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sábado, 5 de dezembro de 2009

Urgente: repassem para o maior número de pessoas - Lendas urbanas I

João Hermeciano, Cuiabá 23 de janeiro de 2005

Estou relatando esta história na tentativa de ajudar as pessoas que podem estar correndo risco de vida. No dia 15 de Outubro de 2004 o meu tio estava voltando do bar no seu chevette bege quando perdeu a direção do veículo, subiu no passeio, atropelou duas pessoas e bateu violentamente em uma árvore. Foi socorrido pelos bombeiros e levado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. Os médicos disseram que a causa da morte foi politraumatismo, mas a família não aceitou aquilo muito bem e me pediu para fazer uma investigação pessoal, já que conheço muitas pessoas. Entrei em contato com alguns amigos e descobri o nome do bar onde meu tio estava antes do acidente. Lá obtive a informação de que meu tio tinha permanecido ali por aproximadamente 6 horas, bebendo cachaça com os amigos. Contei sobre o ocorrido e um dos garçons me disse que talvez alguém tenha colocado algo na bebida do meu tio. O copo que meu tio utilizou ainda não havia sido lavado, então o pedi emprestado para fazer algumas pesquisas. Entrei em contato com um colega que estudou química no cefet e ele constatou a presença de, pasmem, álcool etílico. Isso mesmo. O mesmo líquido utilizado como combustível de automóveis. De acordo com o médico legista, o meu tio estava com 4 gramas de álcool por litro de sangue, uma quantidade que pode provocar visão embassada, perda dos reflexos, euforia, falta de noção e uma condição médica conhecida como "embriaguez". Voltei ao bar e pressionei o dono do estabelecimento, que acabou revelando que a cachaça que meu tio estava bebendo continha quase 50% de graduação alcoólica!!!! E o pior: a cachaça já vinha da fábrica desse jeito. Ou seja, alguém colocou álcool na cachaça ainda no processo de fabricação da mesma.